Recursos para uma educação aberta

Santa Fabiola (Francis Alÿs, Pinacoteca de SP)
Santa Fabiola (CC-Zero, Tel Amiel da exposição de Francis Alÿs, Pinacoteca de SP)

Tenho trabalhado em uma mesma apresentação sobre recursos abertos há algum tempo, tentando apontar uma relação entre as manifestações da educação aberta contemporânea e a provisão de recursos educacionais abertos (REA).

Cada vez que apresento essa discussão, incluo, removo e afino, dependendo do público e do feedback que já recebi. A última versão dessa apresentação foi feita no ESUD 2015 que aconteceu em dezembro, em Salvador.  É um congresso dedicado a educação a distância, com enfoque no ensino superior, e participação significativa dos protagonistas da Universidade Aberta do Brasil.

Aqui, uso o modelo de interação de Anderson (2003, que tem como enfoque a EaD) para discutir a crescente centralidade do “recurso”  nas configuração de ensino e aprendizagem, e seu papel na inclusão e expansão do acesso a educação.

O argumento básico é que, na medida em que expandimos o “ciclo REA” (acesso-> remix-> compartilhamento), conseguimos, em pouco tempo criar e dar margem para a criação coletiva de diferentes oportunidades para aprender qualquer assunto que seja, criando redundância: uma configuração de aprendizado pode ser boa/apropriada pra você, e não pra mim – quanto mais, melhor. Aqui, não discuto as questões de desigualdade com tanto afinco, a ideia é apresentar definições e uma tese básica para discussão e reflexão sobre essa relação entre educação e recursos abertos.

No caminho, algumas reflexões sobre cultura livre e remix com Gabi Amarantos, a Santa Fabíola de Francis Alÿs e o “roube como um artista” de Austin Kleon.

A apresentação (CC-BY) está disponível em formato aberto (ODP) e é editável.

Referências utilizadas na apresentação:

 

 

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