O II Fórum da Internet, organizado pelo CGI.br acontece em Olinda entre os dias 3-5 de Julho. Infelizmente não posso participar este ano, mas recomendo! Fiz um relato do primeiro Fórum aqui. Acho que os organizadores vão incorporar muito do que foi comentado após o primeiro. Ademais, o foco é a discussão sobre o Marco Civil da Internet, assunto urgente e que precisa contar com a forte participação da sociedade civil.

Vale ressaltar que bolsas para viagem estão disponíveis.

 

Acontece em São Paulo entre os dias 24-25 (falei sobre o evento aqui). Muita coisa bacana acontecendo, veja programação. da nossa parte, vamos fazer uma oficina de introdução à Recursos Educacionais Abertos (REA) com Bianca Santana. As inscrições estão abertas no site.

Vou apresentar também um trabalho feito com uma das bolsistas de projeto, Karen Santos, onde investigamos os termos de uso de portais educacionais brasileiros e seus recursos (“Uma análise dos termos de uso de repositórios de recursos educacionais digitais”).

 


Está chegando a data limite para envio de trabalhos para a OpenEd Conference (15 de Maio), que este ano vai ser em Vancouver. Não participei no passado, mas este ano me senti motivado a enviar um trabalho com o grupo.

O chamado para a conferência está a altura dos desafios da área: como ir além da questão dos “recursos” (beyond content) e começar a pensar em “aberto” de uma maneira sistêmica? Como pensar as instituições, práticas e culturas que podem sustentar e apoiar estas práticas? Já disse(mos) várias vezes que a questão dos “recursos abertos” pode estar saturada em países que falam inglês e com farto acesso à redes e sistemas. Para nós, está longe de ser resolvido. Enquanto desenvolvemos (e não só adaptamos) recursos, podemos já pensar além. Ademais, nossa colega Carolina Rossini do REA-Brasil estará lá como keynote, e poderá apresentar todas as iniciativas pioneiras que acontecem por aqui em termos de política pública.

Para quem conseguir financiamento (ou puder ver online), parece que é uma boa pedida.

 

Com o passar do tempo temos a tendência a substituir termos já conhecidos por termos novos ou mais sofisticados. Na década de 90, falava-se da “exclusão digital” (ou digital divide que nunca fez muito sentido em português). Depois, mudamos para “exclusão social” na tentativa de deixar claro que não se tratava somente de um acesso aos equipamentos e redes. Me chamaram a atenção (levei bronca!) por usar essa terminologia tão ultrapassada quando voltei ao Brasil. Passado o tempo, nem exclusão se usava mais, e falávamos de “inclusão social”. Pois bem, nessa toada perdeu-se completamente o sentido original da discussão, que tinha um foco específico e um objeto de estudo central focado nas novas mídias (ou, para efeito de discussão “tecnologia digital”).

Nessa apresentação que fiz aos coordenadores/educadores de EICs do CDI-Campinas, falei um pouco sobre essa trajetória, tentando lembrar que ainda não chegamos perto de resolver os problemas que eram expostos pelos pesquisadores da “exclusão digital”, lá na década de 90. Sem dúvida, vale a pena pensar nos desafios da “inclusão social” quando falamos de cultura digital. Definitivamente não estamos falando somente de equipamentos e redes. Mas (in)felizmente, sim, ainda temos que discutir esse tema – a exclusão digital está mais do que nunca presente.

Apresentação para download, aqui (PDF, 700K).

 


No novo site da comunidade REA-Brasil uma página muito útil, um FAQ (do inglês, Frequently Asked Questions) sobre Recursos Educacionais Abertos. São várias perguntas comuns sobre o tema, abordando questões relacionadas ao conceito de REA, licenças,práticas, modelos de negócios, entre outros.

 

Já está disponível online o documento resultado do Fórum REA que aconteceu no Rio de Janeiro. É a versão três do documento que agora caminha para a Europa. Estará online, e por alguns dias aberto para comentário do público.

 

Hoje e amanhã (28-29/março) acontece o “Fórum de Política Latino-Americana sobre Recursos Educacionais Abertos”. É parte de uma série de eventos organizados ao redor do mundo com a meta de redigir uma declaração mundial sobre REA (com um enfoque em governos). A declaração será oficializada durante a comemoração de 10 anos do termo “REA” entre os dias 20-22/junho na sede da UNESCO em Paris.

Estamos, na figura do NIED/UNICAMP, participando da organização do evento junto com nossos colegas do REA-Brasil. Confira o evento ao vivo (a gravação deve estar disponível após o evento) e mais informações no site da UNESCO Brasil.

 

Fizemos ontem uma oficina no CDI-Campinas: “Introdução aos Recursos Educacionais Abertos” com educadores, formadores e produtores de recursos. É parte da Semana de Cultura Digital de Campinas e Região. É mais um modelo de formação sobre REA. Nesse caso foi no formato de uma sensibilização de [uma hora] e de exploração/atividades [mais uma hora].

Começamos a acumular exemplos de como organizar uma sensibilização sobre o tema (veja por exemplo a oficina feita no Educaparty pelo Instituto Educadigital). Precisamos cada vez mais de modelos pensando em públicos e contextos diferentes, aumentando o alcance dos materiais disponíveis para apresentar os conceitos relacionados à REA.

A apresentação feita na oficina se encontra aqui (PDF, 4mb).

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